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Fep Alumni Day

Nada como uma sexta à noite descontraída para recordar os velhos tempos. Daqui a bocado seremos nós os que verão em retrospectiva a FEP e o mundo lá dentro que se renova continuamente!

Desde os anos 60 até às mais recentes gerações de 2007 todos se reuniram, no dia 14 de outubro no Clube Universitário do Porto. Num murmúrio constante e em grupos que se misturavam, por entre risadas, salvações efusivas e pingos de emoção, abordamos várias pessoas e procuramos entender duas coisas fundamentais: qual a projecção da FEP lá fora e se o contexto académico da FEP realmente nos prepara e nos concede as ferramentas necessárias para um ingresso bem-sucedido no mercado laboral.

Unanimidades nas respostas emergiram. Parafraseando “Quando saímos da faculdade sabemos pouco, mas temos as grandes bases para o futuro”, “A faculdade dá-nos a estaleca para aguentar o mercado de trabalho, mas temos de ter a capacidade de dar uso às ferramentas que nos são dadas”.

Por outro lado, quanto à evolução da FEP ao longo destes anos relativamente às mutações despoletadas no mercado laboral e na sociedade em geral, comentaram que “terá de existir uma maior ligação entre a faculdade e as empresas, algo que outras universidades têm feito de uma forma mais eficaz” assim como “A faculdade não mudou para melhor nem para pior, mas sim para diferente”.



Paralelamente, no decorrer das conversas informais, visto o contexto assim o ditar, houve oportunidade para discorrer acerca de assuntos extra-académicos como a tradição do King, os momentos mais inesquecíveis, filosofias de vida, …

“Divirtam-se até ao tutano, mas sem se magoarem quer física quer psicologicamente” foi-nos aconselhado peremptoriamente a par de toda a conversa acerca do mercado de trabalho e perspectivas para o futuro!

De facto, as amizades construídas e as vivências ao longo do percurso académico nutriram uma ligação à FEP. Dos conselhos e mundividências dos que já passaram por aqui extraímos o seguinte: trata-se de um estágio ao longo do qual aprendemos amplamente acerca do mundo e de nós mesmos e que nos propala para este mundo.


Com uma advertência conclusiva daquela noite, instigando-nos a explorar outras culturas e realidades (que o programa Erasmus proporciona), “Quem não sai do retângulo, fica quadrado”…

Alex F. Alves

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